Há momentos marcantes na nossa História. Os acontecimentos a que assistimos todos os dias ficarão na memória dos cronistas como fundamentos da perda da nossa independência política, económica e social, aos novos senhores da Europa e do Mundo. O capitalismo financeiro global que tudo controla e tudo subjuga.
segunda-feira, abril 11, 2011
Portugal prisioneiro
Há momentos marcantes na nossa História. Os acontecimentos a que assistimos todos os dias ficarão na memória dos cronistas como fundamentos da perda da nossa independência política, económica e social, aos novos senhores da Europa e do Mundo. O capitalismo financeiro global que tudo controla e tudo subjuga.
domingo, janeiro 16, 2011
A família é um pilar da nossa cultura
Foi um homem generoso sempre pronto a ajudar quem quer que fosse esse alguém.sábado, dezembro 20, 2008
A velhice do capitalismo
A experiência de décadas de crescimento capitalista demonstrou que a abertura das portas da riqueza fomentou o aparecimento de uma multidão de novos-ricos que, no entender dos poderosos, desvirtuou a sociedade privada das elites detentoras do poder político.
Pretende-se concentrar o poder sobre os homens e sobre as coisas. A concentração do poder político e económico fecha-se sobre si mesmo. Não se pode abrir a porta da fortuna a tanta gente. O sistema quando pulverizado não consegue controlar a periferia e o centro desaparece, torna-se transparente e quebra-se em biliões de pedaços.
Em tese, todo o sistema contém dentro de si mesmo o gérmen da sua autodestruição. Desde os finais do século XIX e durante o século XX, o sistema capitalista teve a sua evolução e construiu a sua história. Agora, encontra-se na encruzilhada da sua sobrevivência. Tem muitas forças, muitas tecnologias, muita inteligência, muitos poderes.
Nunca como hoje se colocam tantas dificuldades às classes dependentes do seu salário para sobreviverem diariamente enfrentando, a qualquer momento, o terror do desemprego, da miséria, da fome, da morte e da guerra.
É neste contexto de incerteza, de infortúnio, de falta de esperança, que assistimos ao rebentar dos conflitos na Europa mediterrânica, no caso da Grécia, Atenas, berço da democracia e da civilização europeia.
São estes sinais que nos devem alertar para o que poderá vir por aí, dos lados do Mediterrâneo, das pristinas gentes que fizeram de nós aquilo que somos.
Zé, escuta os sinais dos tempos…
quarta-feira, novembro 19, 2008
A teimosia do poder da maioria...
Se a oposição dos docentes alinhasse pela negação ou recusa da avaliação estariam a cavar a sua própria sepultura. Perante a sociedade expunham-se à triste figura da incompetência e da pobreza intelectual que muitas vezes se percebe nas entrelinhas do discurso político das elites que nos governam.
A Sr.ª Ministra Maria de Lurdes Rodrigues é uma mulher com cara de pau, de mau perder, sem humor, obscura, estranha e muito mal vestida. Está entre a madre superiora e a acólita do abade. Dogmática no seguidismo ao chefe político do governo. Mas, disfarça muito mal e cora, por vezes, quando não consegue encaixar as críticas e arremessos que lhe fazem de fora, ou dos ovos que se estragaram na pintura do seu topo de gama.
- Que mais nos irá acontecer…
domingo, novembro 16, 2008
E foi por isso que ela ouviu...bila berde em grande...
Os lenços de namorados de Vila Verde costumam, por tradição, conter vários erros ortográficos na Língua de Camões. Mas, no Galego Bracarense, tem sentido e dignidade.
Abaixo o colonialismo lusitano, Viva a naçon galega.
sábado, novembro 15, 2008
Uma semana depois... ( the day after... 8 )
segunda-feira, novembro 10, 2008
Professores, a maioria descontente...
Tanta gente descontente, angustiada, capaz de percorrer centenas de quilómetros dentro de um autocarro carregado de esperança e sofrimento. Foram horas e horas a castigar os pés até aos ossos. Vencidos pelo cansaço, desmaios, desfalecimentos aqui e além, a massa humana comprimia os corpos, libertava os espíritos e as vontades. Ninguém arredou pé. Estive aí, todo o tempo, desde que à grande praça lusitana me entreguei até que iniciei a marcha, a passo de caracol, à velocidade de 100 metros por hora. Quando cheguei ao Rossio já o sol desertara e a noite chegava, encoberta pela iluminação da praça e dos milhares de olhos que nos miravam, curiosos. O perfume das castanhas a cada esquina, a multidão que cantava e gritava contra a ministra e o seu primeiro, faziam-me recordar tempos idos de liberdade arrebatada. Aquele barulho, uma imensa massa de descontentamento.Oito de Novembro de dois mil e oito, jornada histórica na lusa glória de ensinar e aprender. Só os cegos não viram nada. Ouviram cento e vinte cinco mil vozes. Milhões testemunharam através da televisão e da rádio, num sábado que deveria ser o descanso de quem trabalhou toda a semana.
Cheguei a casa na madrugada de Domingo.
Cansado, mas com esperança redobrada.
Perdi um dia. Ganhei milhões!..
Pensei toda a semana e só cheguei de madrugada....
sexta-feira, março 16, 2007
E agora?!...
made in England?!...
Oporto, Lisbon, são as novas cidades da Portuland...
O Camões virou-se no túmulo...
Não sei não... até onde iremos?????
FOR SALE... talvez...
domingo, março 04, 2007
À espera do mar...

segunda-feira, fevereiro 26, 2007
O poder quando cego, surdo e mudo...é ilegítimo...
Vejamos então, como anda a Nação...
Quando tocam as trombetas e o medo anda no ar,
Vai-se tudo endireitar, reformar, racionalizar, legitimar,
Modernizar, (eu sei lá que mais...)
Contra tudo e contra todos, a força da lei vai ditar!
E a lei vai amarrar, amedrontar, arrepiar, desmotivar, angustiar...
É tudo feito a preceito, não tem nada que enganar!
Tudo ficará perfeito. Tudo irá endireitar.
A lei é silenciosa,
Solta as raivas e rancores,
Uma coisa preciosa...
Para servir os Doutores...
Na Saúde, (estamos todos doentes) na Justiça e Educação,
Obras primas quem as tem, lá prós lados de Belém, foi montada a armação,
Os amigos, dão-se bem!
E, contestar?!
É um crime!...
Contra o regime!...
Contra o Estado!...
Quem não é?!...
Anda trocado.
É subversivo, abusivo,
Anda mal habituado.
Não tem futuro, à procura de um furo,
É um ser ultrapassado.
Não domina as boas práticas.
Oportunista, ganancioso,
Preguiçoso e instalado,
Retardado e malcriado.
Contra o muro é impotente,
Incontinente, atrasado.
É a imagem no presente
Do homem de antigamente,
Homem honesto e honrado,
Que pobre, andava contente
E nos bolsos tinha um cravo, cansado de ser escravo...
Numa manhã primaveril
Que a memória retém,
Sentiu-se um dia, diferente,
Pensava que era alguém...
Mas, o sonho que sonhava!...
O voto, não deu em nada
E a tristeza lá vem...
Vai ser a minha namorada!...
domingo, fevereiro 25, 2007
Angústia, frustração, a pandemia instalou-se...
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domingo, janeiro 14, 2007
Hoje, 14 de Janeiro, chegou ao fim da sua caminhada um PAI um AMIGO, um companheiro...
Rodrigo Gomes Pinto
Amigo de toda a gente,
Da família, um amparo,
Era sempre alguém diferente!
Hoje, em dia, muito raro...
Deixa saudosos os amigos,
A vizinhança, em geral,
Era uma alma carinhosa,
Amada por tanta gente,
Pela a sua companhia,
Ninguém ficava indiferente.
Ao longo de uma vida, pesada, sofrida,
Nunca perdeu o sentido da vida,
Que dá lugar à razão.
Ficará eternamente na memória
De todos, quantos o viram,
Que com ele conversaram,
Uma voz amiga,
Um gesto, simples, mas puro,
Que ser amigo, hoje em dia,
É algo de muito apuro.
terça-feira, outubro 10, 2006
"Déjá Vue"

Duas imagens, à primeira vista, inofensivas. Mas, tendo em linha de conta o passado, nomeadamente, a primeira metade do século XX, preocupantes para qualquer individuo, cidadão do mundo, ou das ilhas adjacentes, a Ocidente ou a Oriente desta praia Lusitana, peninsular e atlântica. Estas imagens revelam um "déjá vue" angustiante, pelas possíveis consequências que transportam. Por um lado, uma ditadura feroz e ameaçadora, por outro, uma "Jiad" ou guerra santa, pelos princípios sagrados do Corão... religião que persegue a organização socio-política ocidental e capitalista, herdeira de um estado construído na base dos princípios ideológicos e filosóficos judaico-cristãos, dominadora da riqueza mundial, produtora de uma nova aristocracia burguesa, com tendências imperiais e globalizantes, na sua prática.
Não encontro muitas soluções para este "trilema".
Ou o império anglo-saxónico e os seus aliados tomam o poder mundial e silenciam os seus inimigos, ou generaliza-se a resistência das "tribos guerreiras" que vivem na orla, nas fronteiras do Império e que, aos poucos e poucos, invadem e destruturalizam a periferia.
Quando o centro não controla a periferia, o colapso civilizacional está próximo. É uma questão de tempo.
Estaremos no limiar de uma nova idade das trevas?
Gostaria bem que não! Ainda gosto de andar de mota. Disfrutar da paisagem e do bom vinho português, da "Boa Vida", que saudades...
terça-feira, agosto 22, 2006
O sargaço já não é o que era...

Com tanta tecnologia existente, com máquinas de limpeza das ruas, com tanta preocupação ecológica e ambiental, não se percebe a razão de tanto lixo na praia da Póvoa de Varzim. A praia, há duas semanas, virou eira de secagem do sargaço que as marés vivas depositaram nas areias, à disposição dos turitas de cá e de lá... Só que se tornou num viveiro de moscas. Uma espécie de lixeira em decomposição que ninguém procura resolver. Uns dizem que a responsabilidade é da capitania, outros, da Câmara. Neste jogo de competências quem paga é o zé pagode, como de costume. O mais ridículo é que não autorizam a recolha do sargaço pelos pescadores/camponeses que, há décadas, apanhavam esta espécie de adubo, muito rico, para cultivarem as gamelas, os terraços, os campos que enchem os mercados do norte, com as hortaliças, as cebolas e cenouras de que já tenho saudades do seu sabor...
Haja, ao menos, respeito por que paga impostos e as férias. Haja vergonha, pelo menos.
domingo, junho 04, 2006
Traumas de infância...no que dão...

Não se consegue entender as causas da perseguição movida aos professores pela Sra. Ministra, com a cumplicidade de todo o governo da república.
Amesquinhar os docentes deste país com medidas populistas, insólitas e demagógicas, dignas dos mais serôdios intérpretes da politiquice barata, preocupados em vilipendiar a escola pública, descaracterizando-a, fragilizando-a diariamente, despacho após despacho, despachando-a para a sargeta da sociedade, é assunto a ser tratado no leito do psicanalista. Há trauma por aí. Algumas das cabeças que nos dirigem estão com graves disfunções e problemas que só poderão resolver com a intervenção dos especialistas na matéria.
Então, vejamos:
Com a possibilidade aberta aos pais para avaliarem os docentes, abre-se a caixa de Pandora.
Os doentes poderão avaliar os médicos e os clínicos, os automobilistas os elementos da Brigada de Trânsito, os condenados os Juízes, e por aí, adiante... legalizam-se os treinadores de bancada e o país vira, de repente, numa enorme confusão, numa anarquia institucionalizada, caracterizada numa república do tipo"sur-americana". Portugal muda desta forma para Portusil, Portulândia, ou Portupolis, sem bananas e com cheiro a maresia, misturada com esgotos e muitas embalagens de plástico à mistura. O esterco anda no ar, na terra e no mar. Deu à costa uma maré que contamina tudo e todos. É urgente a limpeza desta terriola à beira mar prostada. Os ventos alisados deixaram-se de sentir. As velas, há muito rasgadas, deram lugar às motas de água e aos cadilaques vistosos, adquiridos em suaves prestações mensais. Um país em prestações, de dívida em dívida até à poeira dos bolsos. E depois? Quem virá resgatar o futuro perdido?
Um horizonte de névoa escura e triste vai -se fazendo sentir a cada passo que damos...
Meus senhores, tratem-se enquanto há tempo. Sem autoridade intelectual não há sistema que resista. Destruir a autoridade dos docentes é iniciar o caminho das trevas. Os pais, há muito que se demitiram de o fazer. São o reflexo da tal república da Portulândia. O paraíso perdido...
quinta-feira, maio 11, 2006
ir a banhos...
Verão), porque, como tomavam o primeiro banho do ano em Maio, em Junho, o
cheiro ainda estava mais ou menos...
Entretanto, como já começavam a exalar alguns "odores", as noivas tinham o
costume de carregar bouquets de flores junto ao corpo, para disfarçar.
Daí temos em Maio o "mês das noivas" e a origem do bouquet.
Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente.
O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa.
Depois, sem trocar a água (reparem que lindo!), vinham os outros homens da
casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças.
Os bebés eram os últimos a tomar banho, portanto,
Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era
possível perder um bebe lá dentro.
É por isso que existe a expressão em inglês "don't throw the baby out with
the bath water", ou seja, literalmente "não deite fora o bebé juntamente com
a água do banho", que hoje usamos para os mais apressadinhos...
Os telhados das casas não tinham forro e as madeiras que os sustentavam eram
o melhor lugar para os animais se aquecerem - cães, gatos e outros animais
de pequeno porte, como ratos e besouros.
Quando chovia, começavam as goteiras os animais pulavam para o chão.
Assim, a nossa expressão "está a chover a cântaros" tem o seu equivalente em
inglês em "it's raining cats and dogs".
Para não sujar as camas, inventaram uma espécie de cobertura, que se
transformou no dossel.
Aqueles que tinham dinheiro, possuíam "loiça" de estanho.
Certos tipos de alimentos como o tomate, oxidavam o material, o que fazia
com que muita gente morresse envenenada - lembrem-se que os hábitos
higiénicos da época não eram lá grande coisa...
Daí que durante muito tempo o tomate foi considerado como venenoso.
Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque.
Essa combinação, por vezes, deixava o indivíduo "K.O."(numa espécie de
narcolepsia induzida pela bebida alcoólica e pelo óxido de estanho).
Quem passasse pela rua pensava que o fulano estava morto, recolhia o corpo e
preparava o enterro. (mais nada!)
O "defunto" era então colocado sobre a mesa da cozinha (que linda ideia,
não?!) por alguns dias (DIAS?!) e a família ficava em volta, em vigília,
comendo, bebendo (na boa vida é o que é!) e esperando para ver se o morto
acordava ou não.
Daí surgiu a vigília do caixão ou velório, que em inglês se diz Wake, de "acordar".
A Inglaterra é um país pequeno, e nunca houve espaço suficiente para
enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos
retirados e encaminhados ao ossário e, o túmulo era utilizado para outro
infeliz. (Pessoal, isto é Reciclagem!!).
Por vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do
lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido
enterrado vivo.
Assim, surgiu a ideia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do
defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava presa a um sino.
Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias.
Se o indivíduo acordasse, o movimento do braço faria o sino tocar.
Assim, ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", como usamos hoje.
segunda-feira, maio 08, 2006
Maio das flores...
quinta-feira, abril 27, 2006
A Madrugada que trouxe a luz...

Era uma vez, Abril…
Uma madrugada fresca e clara,
Fugidia da treva, da noite cerrada.
No peito do soldado batia forte o coração,
Da noite fugia e o dia clareava... era forte a emoção.
O conjunto que fazia aquela estrada resplandecia
Da vontade e do ardor e dali, ninguém fugia.
Era o tempo da mudança,
De reforçar a esperança,
De ver clarear o dia.
De voltar p’ra casa
De abraçar a mãe, o pai, os irmão e a noiva.
De sorrir… e, por fim,
Respirar fundo e dizer de peito aberto,
Acabou o medo, os ventos da liberdade varrem a serra…
Em breve, acabará a GUERRA…
quinta-feira, abril 20, 2006
Recordações de uma madrugada gloriosa...

Saímos de Sta. Margarida pelas 02:00h da manhã do dia 25 de Abril, por uma picada estreita, até à nacional, em direcção à Golegã. Aí, encontrámo-nos com uma força pitoresca de engenharia de Tancos.
Eram muitos carros, aparatosamente armados, com um condutor e um praça. O aparato bélico era arrasador. Tenho a certeza que nada funcionaria, caso fosse necessário. O aspecto era fundamental para impressionar os paisanos. Seguimos em direcção a Almeirim e, depois, até à ponte de Vila Franca de Xira. Era o nosso primeiro objectivo. Segurar e defender a Ponte até que fossem recebidas ordens para abandonar o local.
No caminho para Almeirim, adiantei-me da cabeça da coluna. Tinha recebido informações do Tenente Pessoa que a GNR poderia tentar interceptar-nos à entrada da vila. A minha Berlliet deu uma volta, pelo largo da Tourada e nada vimos. Apenas, num virar de esquina, apercebi-me de um verdelhão que sprintava forte na sua pasteleira. Rimo-nos do espectáculo com receio de espantarmos mais o homem que, de certo, o medo lhe chamuscava as coadas das calças de caqui poído. Era a imagem de um Estado Novo a cair de podre. Mais animados, juntámo-nos à cabeça da coluna que tinha feito alto, esperando pelo nosso regresso.
Quando ocupámos a Ponte, apeteceu-nos experimentar um primeiro gesto de liberdade. Retirar os funcionários das cabines e instituir a livre circulação de veículos nos dois sentidos. Os camionistas que, entretanto, atravessavam a Ponte Carmona, não se continham em agradecimentos e aclamações, atónitos com a nossa presença e com as primeiras notícias e comunicados.
A partir daí, nunca mais ninguém pagou portagem. A Ponte ficou livre para todos e para sempre.
Foi o primeiro contributo da Companhia de Caçadores 4246 para a construção do Portugal democrático. Que saudades...
Um forte abraço a todos os elementos dessa Companhia de heróis anónimos. Foi há 32...





